Como lidar com a perda de memória?

O déficit de memória do idoso é um fator de preocupação e um desafio para os familiares e cuidadores ao redor. O impacto pode ser maior nos familiares que podem perder a independência e a vida social para poder dar atenção ao idoso.

A ideia de que o esquecimento é uma consequência comum do envelhecimento é muito difundida na sociedade. No entanto, o aumento de idade não tem nenhuma correlação científica com a perda de capacidades cognitivas, especialmente a perda de memória. Por isso, é importante saber diferenciar a perda de memória normal de algo mais grave.

Acompanhe neste post da Vila Marina, lar e casa de repouso para idosos no Rio de Janeiro, dicas de como lidar melhor com a perda de memória.

Sintomas da perda de memória que merecem atenção

Como foi dito acima, é importante diferenciar a perda de memória normal de casos mais graves. Coisa como esquecer onde pôs as chaves, trocar os nomes ou esquecer de compromissos, são esquecimentos do dia a dia que acontecem até com os mais jovens.

O que precisa de atenção são os casos que tiram do idoso sua capacidade de se autogerenciar sozinho. Isso pode acontecer por quadros de demência ou Mal de Alzheimer. Os sinais são:

  • esquecer de algo que aprendeu recentemente;
  • deixar a preparação da comida pela metade ou o fogão aceso;
  • esquecer para onde estava indo ou o que estava fazendo em determinado lugar;
  • escolher roupas que não condizem com a situação;
  • ter mudança de humor sem motivos;
  • ter sono em excesso;
  • colocar objetos fora do lugar, mas em lugares não aceitáveis, como colocar o celular na geladeira. 

Como lidar com a perda de memória

Seja paciente e humano nessa situação

Cuidar de alguém com perda de memória pode ser difícil e desgastante. Entretanto, manter a paciência é fundamental. É comum que o idoso repita a mesma frase ou pergunta várias vezes.

Outra ação que faz uma enorme diferença é se mostrar disponível para todas as necessidades do idoso.

Caso ele pergunte de alguém que já faleceu, diga algo como “fulano está viajando”. Não vale a pena fazer o idoso sofrer de novo a cada vez que ele perguntar desta pessoa.

Converse sobre diferentes assuntos com o idoso

Em casos de perda de memória, o mais comum é o isoso não lembrar do que aconteceu horas atrás, mas lembrar bem do passado. Então deixe ele livre para contar e conversar sobre o que quiser, especialmente se você for alguém que tenha dificuldade de iniciar e/ou manter uma conversar.

Ofereça atividades que estimulem a cognição

Atividades de estímulo cognitivo são uma técnica muito eficaz de melhoria da saúde mental, além de ser um ótimo passatempo. Reduzem os problemas decorrentes da perda de memória e, em alguns casos, conseguem a remissão dos sintomas do Mal de Alzheimer.

Exercícios simples, como palavras cruzadas, jogar xadrez, relembrar detalhes ou experiências vividas recentemente e alterar pequenas características da rotina ajudam a conseguir ótimos benefícios para o aumento da memória e da concentração.

Tenha cuidado com o vocabulário

O raciocínio prejudicado pode significar uma compreensão prejudicada, o que pode resultar em uma comunicação difícil. Por isso, use frases curtas e diretas, com uma linguagem clara e simples de entender. Respeite também o tempo de compreensão do idoso e faça apenas uma pergunta por vez

A Vila Marina, lar e casa de repouso para idosos no Rio de Janeiro, conta com uma equipe multidisciplinar para cuidar dos idosos em todos os aspectos. Afinal, nosso compromisso é tratar os jovens da terceira idade com respeito, amor e carinho. Acesse nosso site.

Curiosidades Sobre a Terceira Idade

Todos vão se tornar idosos um dia. Ainda mais com os avanços da tecnologia na área da medicina e da farmácia aumentando a longevidade, a qualidade de vida e melhorando questões de saúde. O melhor a fazer é aguçar a curiosidade sobre a terceira idade e se informar sobre essa fase da vida. Assim, o indivíduo fica mais consciente e se torna um idoso que vive plenamente e da melhor forma possível a melhor idade.

A Vila Marina, lar e casa de repouso para idosos no Rio de Janeiro, montou uma lista com algumas curiosidades sobre a terceira idade para que todos possamos nos preparar para o que vem por aí.

 

Expectativa de vida do idoso 

  • Entre 1980 e 2013 a expectativa de vida aumentou de 62,7 para 73,9. Um aumento de mais de 10 anos. A qualidade de vida também aumentou e os idosos estão podendo curtir a aposentadoria com a família e com mais saúde;
  • 17,5% da população brasileira é composta por idosos e esse número pode aumentar até 29%. Do outro lado, menos bebês estão nascendo também. Por isso será necessário criar políticas sociais para terceira idade, como alternativas para melhorar a saúde na terceira idade, por exemplo.

 

Principais reclamações do idoso

  • Nem tudo são flores. Aproximadamente ⅓ dos idosos sofre com algum tipo de limitação física. Não é a toa que uma das principais reclamações desse grupo seja a falta de acessibilidade;
  • Além disso, essas limitações interferem no dia a dia: 6,8% dos idosos não conseguem realizar atividades básicas, como comer e se vestir, enquanto 17,3% acham  um problema fazer compras e cuidar da rotina dos medicamentos.

 

Idosos e saúde econômica

  • Segundo o IBGE, 4,5 milhões de idosos estão no mercado de trabalho;
  • Anualmente, os idosos movimentam, em média, 400 bilhões de reais;
  • Com o que os idosos estão gastando todo esse dinheiro? Viagens. Um quinto dos idosos viaja mais agora do que na juventude;
  • Na terceira idade, a saída do mercado de trabalho afeta principalmente os homens com o sentimento de inutilidade. Como estão acostumados a trabalhar para poder prover o sustento da família, a aposentadoria pode ser mais pesada para o idosos do que se imaginava.

 

Saúde e educação

  • As principais causas de internação entre os idosos são as doenças do aparelho circulatório, seguidas dos problemas respiratório e digestivos;
  • Em cinco anos, houve um aumento de 70% nas inscrições de pessoas com mais de 60 anos no Enem (Exame Nacional do Ensino Médio), chegando a 5,5 mil inscritos em 2014.

A Vila Marina, lar e casa de repouso para idosos no Rio de Janeiro, pode tirar todas as suas dúvidas sobre a terceira idade. Afinal, nosso compromisso é tratar os idosos com respeito, amor, carinho e informação para mantê-los atualizados sobre o que diz respeito a eles. Acesse nosso site.

A importância do acompanhamento nutricional durante a terceira idade.

Com a correria do dia a dia, nos esquecemos o quão importante é alimentar-se corretamente. Muitas vezes, trocamos uma refeição por fast food ou comida congelada.Isso pode causar impactos em nossa saúde que só iremos perceber depois de anos.

 

Conforme a idade avança, nosso organismo passa por diversas transformações e requerem novos cuidados nutricionais. Mudanças no estilo de vida, geralmente associadas à redução da atividade física, levam os idosos a apresentarem muitas necessidades especiais que devem ser atendidas com uma dieta adequada durante a terceira idade.

 

Pessoas mais velhas possuem uma saúde mais frágil e precisam de acompanhamento de um nutricionista, a fim de realizar uma reeducação alimentar, para melhorar a qualidade de vida, saúde e bem estar daquele indivíduo.  

 

Contar com a ajuda de um bom profissional poderá oferecer ao idoso, familiares e cuidadores, informações mais claras sobre a alimentação adequada e avaliação para indicação de suplementos. 

 

Diversas doenças crônicas podem ser evitadas ou atenuadas, através da alimentação saudável, como a diabetes, obesidade e hipertensão. Isso porque quase todas são causadas pelo alto consumo de produtos que não possuem valores nutricionais benéficos ou, até mesmo, pelo baixo consumo de legumes e verduras. 

 

Aqui, no lar de hospedagem para idosos Vila Marina, nós temos nutricionistas especializados em alimentação para a terceira idade. Nossos profissionais estão aptos para avaliar o estado nutricional dos nossos hóspedes, elaborar cardápios saudáveis, baseados nas individualidades dos pacientes e aliar escolhas alimentares eficientes. Acesse nosso site e venha nos visitar.

 

Redes Sociais e os idosos

A nossa sociedade passou por diversas mudanças ao longo dos anos. Um dos grandes aliados para essa trajetória foi o avanço tecnológico. O surgimento da internet e das redes sociais nos permitiu comunicação, entretenimento e interação de maneiras totalmente novas e amplas. 

 

Essas mudanças tiveram grande impacto em toda a sociedade, afetando todas as faixas etárias, inclusive a terceira idade. Embora, muitas vezes, a velocidade com que os avanços tecnológicos se dão reflita em uma resistência por parte de pessoas com mais idade, a verdade é que os benefícios para o idoso que opta por estar dentro das redes sociais são inúmeros. 

 

O envelhecimento populacional é um dos grandes desafios enfrentados no Brasil. Segundo o IBGE, até 2060, o percentual de pessoas com mais de 65 anos passará dos atuais 9,2% para 25,5%. Ou seja, 1 em cada 4 brasileiros será idoso. Este fator nos leva a questionar e descobrir meios de aumentar e melhorar a qualidade de vida da terceira idade. 

 

É natural que o processo cognitivo do ser humano seja afetado pelo envelhecimento. A cognição é responsável pelo aprendizado, pela atenção e pela memorização, ou seja, ela orienta diversas funções do ser humano. A internet, por exemplo, caso bem usada, pode ter efeito positivo sobre ela, não só para retardar o envelhecimento do cérebro, mas também para ajudá-lo a se manter mais ativo e dinâmico, auxiliando na conservação de nossa capacidade cognitiva.

Treinar pessoas da terceira idade para usarem mídias sociais ajuda a estabelecer conexões, aumenta a sensação de competência e garante um impacto vantajoso sobre a saúde e bem estar dos idosos. Aqueles que aprendem a usar esses meios e os introduzem em sua vida, desfrutam de um envelhecimento mais ativo. 

Conheça a Vila Marina para a terceira idade. Aqui, visamos estimular a cognição e sociabilidade de nossos hóspedes, estimulando-os a desenvolverem todas as atividades que auxiliam a saúde, auto-estima e bem estar físico e psicológico. Acesse nosso site e venha nos fazer uma visita.

Nosso Day Care foi destaque no jornal O Globo

Nosso Day Care foi destaque na matéria de ontem do jornal O Globo.

O serviço de acolhimento de idosos durante o horário de expediente é sucesso entre quem experimenta.

Oferecemos diversas atividades como fisioterapia, hidroginástica, yoga, terapia ocupacional e muito mais.

Venha conhecer!

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Confira no Link abaixo a matéria do Jornal O Globo:

https://oglobo.globo.com/sociedade/longevidade/iniciativas-que-acolhem-idosos-durante-dia-lutam-contra-rotulo-de-creche-23892909

Dicas para trabalhar a sua autoestima

Saber envelhecer bem, com saúde, disposição e cheio de vontade de viver é uma arte que pode e deve ser aprendida. Autoestima é a palavra-chave nesse processo. Por isso, separamos 10 dicas simples que podem ajudar você a mudar seus padrões de comportamento e pensamento, rumo a uma autoestima mais saudável e, consequentemente, uma vida mais feliz.

 

  1. Enxergue suas qualidades

Todos nós temos qualidades. Sabe quando você escolhe o seu melhor lado para sair bem em uma foto? Faça isso com outros aspectos da sua vida. Lembre-se dos seus aprendizados, suas experiências, suas conquistas e sempre aposte no seu melhor ângulo na sua vida.

 

  1. Aceite quem você é

Características físicas podem ser alteradas a qualquer momento conforme nossas vontades: mudamos o corte do cabelo e até mesmo as nossas roupas. Mas quem somos por dentro não é facilmente alterado. Por isso, aceite quem você é e valorize suas diferenças que a(o) tornam única(o)!

 

  1. Deixe de lado as comparações

A comparação é um dos principais motivos para a autoestima baixa. Por isso, deixe-a de lado. Ninguém é igual a ninguém e cada um tem as suas próprias qualidades e defeitos. Aceite o que é seu.

 

  1. Dê valor às suas conquistas

Cada pequeno passo rumo aos seus objetivos deve ser celebrado e valorizado. Dê valor a cada uma dessas conquistas, por menores que elas sejam.

 

  1. Pratique atividades físicas

Quanto mais nos sentimos bem com nosso corpo e nossa saúde, melhor fica nossa autoestima. Além disso, praticar exercícios físicos libera no organismo endorfina, o hormônio responsável pela sensação de prazer.

 

  1. Aposte nos seus hobbies

Quer fazer um curso de violão? Escutar música encostado em uma árvore? Ou quer praticar algum esporte? Vá e faça! Os nossos gostos pessoais são únicos e completamente responsáveis pela nossa autoestima.

 

  1. Boas companhias

Fique próximo das pessoas boas e que te fazem bem. As companhias negativas? Afaste-se! Elas também podem acabar com a sua autoestima!

 

  1. Não se importe tanto

Você adorou seu cabelo e seus amigos acharam o corte muito exótico. Qual o problema? Não dê tanta atenção assim para a opinião dos outros. Por vezes, considere só aquilo que você gosta e certamente já será o suficiente para se sentir super bem.

 

  1. Sem medo dos erros

Todos erramos, a todo tempo. Não tenha medo de assumir os seus. Isso de longe não é problema nenhum!

 

  1. Tenha objetivos

Trace metas para o mês, para o ano, para a vida. Aposte nos seus ideais e objetivos e você sempre terá motivos para que a felicidade ande ao seu lado.

Nossos moradores registram um século de história em livro

 

Foto: G1

 

Cheios de histórias pessoais para contar, que se misturam com acontecimentos históricos do Rio de Janeiro, do Brasil e do mundo, alguns de nossos moradores tiveram a oportunidade de registrar suas lembranças em um livro. 

 

A ação é parte do projeto “Era uma Vez”, uma parceria entre o Instituto da Criança e a empresa GC-5, que tem o objetivo de resgatar as histórias de pessoas idosas. Cada participante do projeto teve um livro personalizado escrito por um voluntário. O título foi decidido por quem conta as histórias.

 

O da nossa moradora Adélia de Oliveira, a Delita, é “Ame Intensamente”. A explicação do nome é tão bonita quanto a história de Delita: “Amo a vida. Vou morrer porque não tem jeito. Mas vai ser a contragosto.” Com 94 anos, ela presenciou duas ditaduras, 25 presidentes, a popularização do rádio, da TV e da internet, e diversas transformações culturais. 

 

Além de acontecimentos históricos, a obra resgata lembranças pessoais, que refletem mudanças tecnológicas e culturais. Exemplo disso é a parte do livro em que Delita conta sobre um Rio de Janeiro pacato, em que era possível deixar as portas da sua casa abertas na Tijuca e voltar de madrugada com as amigas dos bailes da Estudantina. 

 

Ela também lembra como era difícil a comunicação à distância nos anos 1950. Naquela época, seu marido viajava o mundo com a Marinha Mercante. Para que ouvisse sua voz, ele gravava um LP, que demorava 20 dias para chegar ao Brasil, de navio.  “Hoje vocês pegam o celular e na mesma hora estão vendo e falando com todo mundo. Quando me despedi do Antônio, no porto, eu disse: ‘Só vou ver esse rostinho no ano que vem’.”

Instituições de Longa Permanência para Idosos

Moradia, liberdade, dignidade e cidadania

 

 

Apesar de existir desde 2003, o conceito de ILPI ainda não é instantaneamente lembrado quando pensamos em lugares onde os idosos podem morar e receber acompanhamento clínico e terapêutico. Criadas por sugestão da Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia, as Instituições de Longa Permanência para Idosos surgiram com o objetivo de substituir, na prática e no imaginário coletivo, os antigos asilos, que remetiam a lugares estigmatizados por relatos de maus-tratos e abandono dos residentes.

 

Segundo a definição da Anvisa, ILPIs são instituições governamentais ou não-governamentais, de caráter residencial, destinadas a domicílio coletivo de idosos, com ou sem suporte familiar, em condição de liberdade, dignidade e cidadania. Associadas comumente aos cuidados com a saúde do idoso, não são estabelecimentos voltados à clínica e terapêutica, mas residências coletivas, que atendem idosos com necessidade de cuidados prolongados.

 

De acordo com o Estatuto do Idoso, as ILPIs devem adotar os seguintes princípios: preservação dos vínculos familiares, atendimento personalizado e em pequenos grupos, manutenção do idoso na mesma instituição (salvo em caso de força maior), participação do idoso em atividades comunitárias, de caráter interno e externo, observância dos direitos e garantias dos idosos, preservação da identidade do idoso e oferecimento de ambiente de respeito e dignidade.

 

Na Vila Marina, respeito aos residentes e à lei

 

Definições à parte, as ILPIs guardam diferenças entre si. Infraestrutura, equipe e o tratamento dado aos residentes variam e são fatores fundamentais para a escolha das famílias e quando possível, do próprio idoso. As instalações, individuais ou coletivas, devem proporcionar conforto e segurança; os profissionais (médicos(as), enfermeiros(as) e outros) precisam ser qualificados para as respectivas funções; o cuidado e o carinho com os idosos têm que ser constantes.

 

Instituições como a Vila Marina vão além do básico e oferecem serviços e atividades voltadas tanto para a saúde e o bem-estar como para o lazer, a integração e o estímulo cognitivo e motor dos residentes. Palestras, eventos internos e externos, passeios e festas, além de fisioterapia, hidroginástica, fonoaudiologia, assistência social e terapia ocupacional estão entre os benefícios que a Vila Marina oferece.

 

Seja em respeito a leis e diretrizes, seja pela sua própria filosofia de trabalho, a Vila Marina é uma Instituição de Longa Permanência para Idosos onde a autonomia e a dignidade dos idosos vêm sempre em primeiro lugar.

 

Dia Internacional do Idoso – 01 de outubro

Envelhecimento da população traz benefícios e desafios para toda a sociedade

 

O Dia Internacional do Idoso, comemorado em 01 de outubro, tem como objetivo sensibilizar a sociedade para as questões do envelhecimento humano e para reforçar a importância da proteção aos nossos idosos. Instituída em 1991 pela ONU, a data é uma boa oportunidade para reavaliarmos nossa atitude em relação a eles.

Fenômeno biológico que atinge a todos, o envelhecimento é absolutamente normal, apesas de muitos ainda não estarem preparados para passar por ele ou conviver de perto com pessoas idosas. Diante disso, o aumento da expectativa de vida no Brasil, que hoje ultrapassa os 71 anos, representa um desafio para toda a sociedade.

 

Aumento do investimento em pesquisas e medicamentos, além da capacitação de mais profissonais voltados à prevenção e aos cuidados com as doenças próprias da terceira idade, são consequências naturais do processo, que, claro, também traz benefícios. Afinal, viver mais significa mais tempo para realizar projetos e desfrutar do convívio com a família e os amigos, entre outras vantagens.

 

Estatuto do Idoso, um avanço

 

No Brasil, o Estatuto do Idoso, criado em 2003, representou, pelo menos no papel, um avanço na conscientização, proteção e cuidados em relação à terceira idade. Após seis anos de tramitação no Congresso Nacional, a lei ampliou as diretrizes da Política Nacional do Idoso, de 1994, e trouxe, entre outras novidades, a previsão de punições severas aos maus tratos e a abusos de ordem emocional e financeira, entre outros.

 

Ao amparo da lei, é preciso aliar a compreensão e a capacidade de entendermos as limitações que os idosos sofrem com a diminuição das suas capacidades físicas e, muitas vezes, mentais. Envelhecer envolve diversos problemas que afetam a qualidade de vida de uma pessoa, como as dificuldades para se locomover, a perda de memória e as doenças comuns da idade.

 

Os problemas não afetam a todos de maneira igual, e muitos mantêm uma qualidade de vida satisfatória. O que reforça a tese de que o envelhecimento não é uma sentença de exclusão da vida social e muito menos de uma fase limitada a doenças. Envelhecer pode significar mais tempo de se atualizar e de aprender coisas novas que irão estimular a concentração e o equilíbrio. A convivência e integração com outras pessoas é fundamental para o dia a dia. A família é parcela muito importante nessa fase da vida.

 

Que tal aproveitarmos o Dia Internacional do Idoso para lembrarmos que, se todos chegaremos lá, por que não fazermos um esforço individual e coletivo no sentido de propiciar melhores condições a quem já vive a terceira idade? Aprender a envelhecer faz parte da educação de todas as pessoas. Por isso, vamos comemorar com cuidados e atenções, respeito e gentileza, como todo idoso merece.

 

Para a Vila Marina, conviver com a experiência, o conhecimento e as histórias de vida dos residentes é uma aprendizado diário. Neste 01 de outubro, fazemos questão de destacar o nosso agradecimento à confiança das famílas e, acima de tudo, enfatizar o respeito e o carinho que temos por todos aqueles que vivem aqui.

ENFERMAGEM

Com o aumento da expectativa de vida, há uma tendência de que a população idosa seja cada vez maior. As Instituições de Longa Permanência para Idosos (ILPI) tem como finalidade o cuidado, proporcionando e garantindo a atenção integral ao idoso, defendendo sua dignidade e direitos.
A Vila Marina disponibiliza de uma equipe treinada que visa o conforto e a segurança do idoso. O cuidado de enfermagem torna-se indispensável por meio da promoção, recuperação e reabilitação da autonomia social do indivíduo e consequentemente da sua saúde, principalmente no que se refere ao déficit de autocuidado. Tal cuidado emerge para a verdadeira essência da Enfermagem, prestando uma assistência direcionada às especificidades do idoso institucionalizado, distinguindo suas diferenças individuais e promovendo a integralidade.
A equipe de Enfermagem precisa estar atenta, e antes de tudo estar presente na vida do idoso, para que o conheça e perceba suas vivências diárias, seja ela de comportamento, cognição ou simplesmente de humor, traçando um plano de cuidado individualizado proporcionando melhor qualidade de vida.